Consumo Consciente

Macroplástico: a grande ameaça aos oceanos

O plástico continua sendo uma grande invenção, sejamos sinceros, não há a menor possibilidade de desaparecer tão cedo das nossas vidas… O grande problema é justamente esse, a infinidade de itens plásticos que utilizamos no dia a dia e sua grande durabilidade, fazem com que ele não desapareça e ainda provoque inúmeros impactos.

Você já ouviu falar em macroplástico?

Todos os itens plásticos maiores de 5mm, são cientificamente denominados de macroplásticos, são sacolinhas, garrafinhas, canudinhos, fraldas, potes, embalagens e os mais diversos tipos de utensílios e objetos plásticos que você possa imaginar.

A produção e consumo dos macroplásticos são tão grandes, que 91% dos macroplásticos não conseguem ser reciclados. E para onde vai tudo isso?
Estima-se que a cada ano, chegam ao oceano 8 milhões de toneladas de plástico, o equivalente a 100 caminhões de lixo com plástico sendo despejados por hora nos oceanos.

O lixo plástico está literalmente por tudo, os macroplásticos já foram encontrados no que chamamos de mar profundo e em outros lugares extremos como a Antártida e até mesmo no gelo do Ártico.

Hoje, é muito raro frequentar uma praia e não encontrar plásticos na areia ou na água. Dentre os itens plásticos mais encontrados nas praias estão as sacolas plásticas e embalagens de isopor, garrafas pet, hastes plásticas de cotonete e pirulito, canudos e tampas.

Se você pensou que isso é um problema somente para os Oceanos, você está muito enganado!

Além de consequências provocadas pela ingestão e sufocamento ocasionado pelo macroplástico em mais de 700 espécies marinhas os macroplásticos podem provocar impactos diretos e indiretos também na saúde humana.

E o que podemos fazer?

Ufa, ainda bem que você se questionou!

Você pode ser a mudança que quer ver no mundo!

Recuse os descartáveis, reduza ao máximo o seu consumo de itens plásticos, antes de comprar algo pense se você realmente precisa e se tiver que escolher uma fralda, opte pelas fraldas ecológicas.

Escrito por Dra. Camila Burigo Marin

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